O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos), como proporção do total de cheques movimentados¹ atingiu 1,90% em julho, registrando considerável redução em relação ao mesmo mês do ano anterior (-0,31 p.p.).

Cheques devolvidos Boa Vista SCPC 18082017

Na comparação mensal, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados obteve leve alta frente ao mês anterior (em junho o nível foi de 1,83%), sendo o resultado registrado pelo aumento de 4,0% dos cheques devolvidos e retração de 0,1% para os cheques movimentados.

O gráfico 1 mostra a evolução recente dos dados citados.

Cheques devolvidos Boa Vista SCPC 18082017

¹Desde maio de 2012 a Boa Vista SCPC passou a utilizar como base para o cálculo da proporção de cheques devolvidos o total de cheques movimentados e não mais o total de cheques compensados. Considera-se o total de cheques movimentados a soma do total dos cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) com o total dos cheques compensados em um determinado período.

Metodologia

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos (2ª devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados, que é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

A série histórica deste indicador inicia em 2006 e está disponível em:
http://www.boavistaservicos.com.br/economia/cheques-devolvidos/

Fonte: Boa Vista SCPC

 

 

As micro e pequenas empresas encerram o mês de julho com um saldo de 43,7 mil empregos gerados, enquanto as médias e grandes fecharam 6,8 mil postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram compilados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Emprego Sebrae G1 Pequenos PME

Feira de Empreendedorismo. Foto: Sebrae/Divulgação

Foi o quarto mês seguido em que os pequenos negócios abriram mais vagas do que demitiram. No acumulado do ano, eles criaram 264,3 mil vagas. Já companhias maiores fecharam 169,2 mil postos no período. Veja nos gráficos:

Emprego Sebrae G1 Pequenos PME

Infográfico: G1

Emprego Sebrae G1 Pequenos PME

Infográfico: G1

Esse fenômeno é explicado por uma série de fatores, entre eles o alto custo das demissões para as empresas pequenas e a proximidade que elas têm com os funcionários, o que dificulta as dispensas, segundo o diretor-presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

“A relação pessoal no trato do emprego faz com que a última coisa em que a micro e pequena empresa pense é em desempregar. Até porque ela é uma grande família”, afirmou.

A substituição de mão de obra por máquinas é outro motivo que leva as grandes corporações a fazerem mais cortes, na visão de Afif.

“Quem faz isso é quem tem intensidade de capital. O desemprego estrutural está exatamente nas grandes indústrias, que vivem um processo de robotização e digitalização em progressão geométrica”, emenda.

No geral, o país abriu 35,9 mil vagas em julho, segundo o Caged. Foram registradas 1.167.770 contratações e 1.131.870 dispensas de trabalhadores com carteira assinada.

Dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que falta trabalho para 26,3 milhões de brasileiros, que estão desocupados ou subocupados (trabalham por poucas horas). O número de desempregados ficou em 13,5 milhões em junho (dados mais recentes).

Por área

Em julho o setor que mais gerou empregos entre os pequenos negócios foi o de serviços, com a abertura de 18 mil vagas.

Em seguida veio o comércio, com 10,3 mil. Os negócios de construção civil abriram 7,6 mil postos de trabalho. Veja no gráfico:

Emprego Sebrae G1 Pequenos PME

*Serviços Industriais de Utilidade Pública

Fonte: G1

A atividade econômica registrou crescimento no segundo trimestre deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou crescimento de 0,25% no segundo trimestre, comparado com o período de janeiro a março deste ano.

No primeiro trimestre, de acordo com dados atualizados pelo BC, a economia cresceu mais, chegando a 1,22%.

Em relação ao segundo trimestre de 2016, houve queda de 0,22%, segundo os dados sem ajustes, já que a comparação é feita entre períodos iguais.

Em junho, o IBC-Br registrou crescimento de 0,5% na comparação com maio (dado dessazonalizado).

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PI B) , calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.

Fonte: Agência Brasil

A prefeitura da capital vai lançar na próxima segunda-feira, 21, o quarto eixo do programa Salvador 360. A cerimônia acontece no Hotel Fera Palace, na Rua Chile, às 17h30min, quando o prefeito ACM Neto apresenta as ações de recuperação e melhorias para a região do Centro Histórico da cidade. Pauta histórica da Associação Comercial da Bahia, a recuperação do bairro do Comércio e seu entorno abre as portas para o potencial econômico e cultural de toda Salvador e Baía de Todos os Santos.

As ações serão focadas nos bairros do Centro da cidade, – intervenções públicas de estruturação, programas de habitação, mobilidade e projetos-âncoras de transformação que dinamizam a região de forma econômica e urbana. São também reforçadas as ações de regulamentação e concessão de incentivos para a área.

Os número indicam mais de R$ 200 milhões em investimentos no Centro até 2020, com mais de 20 intervenções urbanísticas. As principais entregas são a requalificação da Avenida Sete, requalificação da Praça Cairu, Museu da Música, Museu Casa da História de Salvador e ampliação de vagas de estacionamento em locais estratégicos.

Os principais impactos aguardados com os investimentos são o fomento econômico da região do Centro, o incremento à economia da cidade, em especial à indústria do turismo e a aproximação de emprego à moradia.

Fonte: Antônio Nykiel