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ACB segue com agenda de apoio aos pequenos negócios

  • 15 de setembro de 2021 - 08:59

As micro e pequenas empresas têm papel essencial para um mundo mais desenvolvido e sustentável, além de ajudarem na recuperação econômica pós-pandemia, por sua representatividade e capilaridade. Por isso, a Associação Comercial da Bahia (ACB), por meio do Núcleo das Micro, Pequenas e Médias Empresas, mantém uma agenda que busca condições para que o setor continue a faturar, sobreviver e gerar empregos.

Diante disso, nesta terça-feira (14), o Núcleo realizou mais um encontro, acompanhado por empresários, gestores e líderes de órgãos públicos e da iniciativa privada. A empresária e integrante da Comissão de Acesso ao Crédito do Núcleo, Leise Scabini, falou sobre a parceria com o Sebrae-BA, com o objetivo de fazer a interlocução entre as MPEs e instituições de fomento, principalmente Desenbahia e Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

A proposta cria mecanismos para levar crédito de forma rápida e simplificada a quem precisa, com ações como visitas a empresários e roadshows fora dos ambientes das agências. “Estamos atuando junto a associações de lojistas em shoppings, galerias e comércio de rua, desenvolvendo material informativo para chegar ao micro e pequeno empresário, principalmente neste momento em que é preciso ter capital de giro para se preparar para o final de ano”, indica Leise Scabini.

A formalização de negócios também foi pauta da reunião. A presidente da Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb), Paula Miranda, falou sobre a “REDESIM e os desafios para integração dos municípios baianos”, iniciativa que permite a unificação das informações dos sistemas dos órgãos envolvidos no Registro e Regularização das empresas, permitindo celeridade e desoneração na formalização de negócios.

Como apresentou a gestora, mesmo com os avanços recentes, a Bahia ainda ocupa posição desconfortável no tempo de abertura de empresas, principalmente devido à demora na análise do endereço e à falta de classificação de risco das atividades para automatizar análises para atividades de baixo risco.

Para contornar este quadro, a presidente informou que a Juceb está implantando o Balcão Único para coletar dados para registro e funcionamento da empresa, com respostas imediatas, permitindo a abertura em pouquíssimo tempo. “No sistema, o empreendedor poderá verificar a viabilidade locacional, gerar o DBE na Receita Federal, contrato social da empresa, assinar digitalmente os processos, protocolar na Juceb e obter CNPJ, NIRE e Alvará. Mais do que registrar empresas, a Juceb é uma integradora e facilitadora do empreendedorismo na Bahia”, exemplifica Paula Miranda.

Carlos Gantois, coordenador do Núcleo, disse que os números motivam a atuação do grupo. “As MPEs representam quase 99% das empresas e respondem por, aproximadamente, 60% dos empregos formais na iniciativa privada do país. Precisamos fortalecer o setor a partir de ações proativas e diligentes. A causa é meritória e vamos avançar nestas conquistas, buscando inclusive superar as sequelas da pandemia, principalmente através de parcerias com instituições como Sebrae, Juceb, BNB, Desenbahia, Sescap, Sedur, SDE e tantas outras”, finalizou Gantois.

Publicada às quartas-feiras, a coluna mostra a atuação da Associação Comercial da Bahia na defesa do empresariado baiano

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