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ACB vai criar mecanismos para defesa do empresariado

O presidente da entidade participou do almoço comemorativo dos 50 anos da Tribuna da Bahia, realizado ontem na sede do jornal

  • 14 de agosto de 2019 - 11:32

Foto: Romildo de Jesus

Um palco de debates, cujo objetivo será a defesa permanente do interesse do empresariado baiano em todos os segmentos da economia. Essa é a proposta que a Associação Comercial da Bahia (ACB) vai encampar, como forma de ser um referencial nas principais questões desenvolvimentistas do estado.

Durante almoço comemorativo dos 50 anos da Tribuna da Bahia, realizado ontem na sede do jornal, o presidente da entidade, Mário Dantas, explicou que uma das metas da associação é resgatar a sua própria história, de 208 anos, como a casa do empresário baiano. “Não importa qual o segmento que ele esteja ligado, mas o que nos motiva é a defesa dos interesses da Bahia, dando aos setores da economia  como um todo, o respeito e o amparo que merecem ter”, disse.

O encontro na Tribuna da Bahia faz parte das comemorações dom cinquentenário do jornal, que vai ser completado no próximo dia 21 de outubro. Além do presidente da ACB, Mário Dantas, e da vice-presidente, Rosemma Maluf, se fizeram presentes parte da diretoria executiva da entidade, juntamente com o superintendente do Instituto Miguel Calmon, Marcos Cidreira, que foram recepcionados pelo diretor –presidente e vice-presidente da Tribuna, Walter Pinheiro e Marcelo Sacramento, respectivamente, e do diretor de Redação, Paulo Roberto Sampaio.

Sair da crise

Com o foco voltado para revitalizar a atividade empresarial na Bahia,  a diretoria executiva da Associação Comercial pretende não apenas ampliar o número de associados, mas se transformar no palco de grandes debates envolvendo todos os setores da economia baiana.

Para o presidente da ACB, Mário Dantas, com os debates, a entidade entende que serão aglutinadas diversas propostas de desenvolvimento para o estado, com sugestões e críticas que possibilitem um novo ciclo de  crescimento da economia. “Não podemos nos acomodar com a situação de que a Bahia responde apenas por 3% do Produto Interno Bruto da Indústria no país, e que em todo o Nordeste, esse percentual não ultrapasse os 12%. Temos capacidade e condições de produzir muito mais, e é preciso se discutir as formas de se conseguir isso”, disse.

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