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Campanha Made in Bahia já tem a adesão de cerca de 90 empresas

  • 19 de junho de 2020 - 12:37

A campanha Made in Bahia, que visa valorizar e incentivar o consumo de produtos baianos, já conta com a adesão de cerca de 90 empresas, além de obter apoio institucional e de personalidades do mundo dos negócios e do meio político.

A novidade foi anunciada durante mesa-redonda do programa “A TARDE Conecta”, realizada nesta quinta-feira, 18, por meio de live conduzida pelo jornalista Osvaldo Lyra. Participaram o empresário Carlos Falcão, do Grupo Business Bahia – formado por cerca de 250 empresas –, Eduardo Mariano, sócio das agências Zoom e Rota 99, Rodrigo Souza, da Essence Comunicação, responsável pelos projetos virtual e offline da campanha, e Verônica Villas Boas, da Revista Let’s Go.

Carlos Falcão explicou que a campanha está focada em três linhas de ação: despertar a consciência do consumidor sobre a importância de comprar produtos locais para fortalecimento do mercado interno; fazer com que a iniciativa deixe de ser uma campanha e se torne uma política de Estado, tornando as empresas mais competitivas; e motivar a criação de linhas de financiamento que facilitem o acesso ao crédito.

O empresário Carlos Falcão destaca que o Grupo Bussiness Bahia reúne gestores das mais diversas áreas, com troca de informações e de negócios, motivando a economia. A campanha Made in Bahia tem como objetivo principal conscientizar a população sobre a importância de produzir e consumir produtos baianos. “Eu faço um mea culpa, porque antes da epidemia não tinha noção da importância de fomentar a economia local, com a contratação de empresas e profissionais baianos, vendo a importância de produzir e consumir produtos baianos”, admitiu.

Por meio da campanha foram entregues duas cartas ao governador do Estado, Rui Costa (PT), e ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), com sugestões e propostas para amparar as empresas diante da pandemia. “O debate serve para oferecer sugestões e medidas, porque salvar vidas é primordial, mas é fundamental salvar empresas e empregos”, destacou Falcão.

“A retomada será gradual, o faturamento será lento. As empresas vão operar com capacidade reduzida e as pessoas vão buscar menos escritórios de arquitetura, lojas de móveis, de automóveis, empresas de engenharia, clínicas médicas, uma marca, bebida. O consumo de produtos locais contribui para melhorar o caixa, para manutenção de empregos, para melhorar a arrecadação”, avalia Falcão.

Para Rodrigo Souza, a campanha é um desafio porque, embora a Essence tenha uma atuação destacada no meio digital, ficou clara a importância da comunicação integrada através da intensa participação da revista Let’s Go, de A TARDE e de outdoors. A campanha offline tem peças veiculadas em rádio, jornal, televisão, internet, outdoor, em empreendimentos imobiliários e com visibilidade por meio de banner nos sites das empresas parceiras, embalagens de produtos e plotagem de caminhão.

Verônica Gonçalves defendeu o propósito de “contagiar positivamente as pessoas de que juntos somos mais fortes” diante da adversidade. Para Eduardo Mariano, outro passo importante será levar a ideia da campanha para que surjam núcleos em cada estado, gerando a valorização do produto nacional, para impulsionar a economia do país no período de reconstrução que virá ao final da pandemia.

Fonte: Jornal A Tarde

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