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Manifesto por crianças e mulheres afegãs

  • 25 de agosto de 2021 - 09:06

Nas últimas semanas, o mundo tem assistido estarrecido às chocantes cenas que chegam do Afeganistão. Com o declínio da ajuda internacional ao país e a retirada das tropas norte-americanas, que lá estavam desde 2001, os relatos de violência contra mulheres e crianças vem aumentando drasticamente, conforme registrado pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados.

Diante deste cenário e alinhada aos princípios da valorização da igualdade de gênero, a Associação Comercial da Bahia se uniu a entidades como Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Bahia (OAB-BA), Conselho Estadual da Mulher Empresária (CEME), Comissão Nacional da Mulher Advogada, Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Federação da Agricultura do Estado da Bahia (FAEB), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia (FCDL-BA) e Confederação Nacional dos Jovens Empresários (CONAJE), para publicar um manifesto em apoio a todas as mulheres e crianças afegãs, principais vítimas da crise humanitária que se instalou no país desde a retomada do poder político pelo grupo fundamentalista Talibã.

No documento, as entidades alertam sobre a necessidade da adoção de medidas concretas por parte das autoridades mundiais no sentido de fiscalizar o cumprimento da Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher da ONU.

Como consta na publicação, apesar de bastante grave, a situação não está sendo tratada com a devida urgência pelos organismos internacionais competentes. “É inadmissível se calar ou permanecer passivo diante deste quadro em que está inserido o Afeganistão hoje. Entendemos que o problema que o país atravessa trata-se de uma crise mundial e que, portanto, exige a cooperação de todos e todas para ser solucionado, sobretudo daquelas mulheres que, graças aos esforços de muitas que já passaram por aqui, possuem hoje um lugar de fala”, alerta trecho do manifesto.

Como finaliza o texto coletivo, “essa luta por respeito e valorização da mulher é antiga e, cada vez mais, exige sororidade, empatia e sentimento de pertencimento à causa. Afinal de contas, como frisou a escritora e ativista norte-americana Audre Lorde, não há liberdade enquanto outra mulher for prisioneira, mesmo que sejam diferentes as correntes que a aprisionam”.

Click aqui e assine https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/autoridades_brasileiras_e_ao_sistema_global_de_pro_manifesto_em_apoio_as_mulheres_e_criancas_do_afeganistao/

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