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O Planejamento Estratégico de Salvador

22 de dezembro de 2017 - 09:09

Adary Oliveira – Presidente da ACB

O prefeito ACM Neto apresentou nesta quarta-feira (20/12) o Planejamento Estratégico para a Cidade do Salvador de 2017 a 2020 em solenidade com a presença de secretários municipais e representantes da sociedade. O documento estabelece 100 Metas e 101 Projetos para 7 Eixos Estratégicos e está alinhado com o Plano Plurianual (PPA), o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e o Programa Salvador 360.

Quando se elabora um Plano Estratégico de uma organização ou de uma cidade, depois de se fazer uma análise dos ambientes externo e interno, para se diagnosticar corretamente o objeto do plano e suas características mais importantes, divide-se o trabalho em pelo menos três aspectos: formulação de estratégias, implementação de estratégias e controle estratégico.

O diagnóstico revela, que não obstante a administração municipal tivesse promovido progressos como o saneamento das contas públicas e recuperado a capacidade de investir, reduzido a taxa de desocupação, evoluído nos serviços de saúde, melhorado a qualidade do ensino e aprimorado a mobilidade urbana, a quarta cidade mais populosa do Brasil ainda ocupa o 9º lugar no ranking das capitais quando se refere ao PIB, assume o menor PIB per capita entre as 10 maiores capitais brasileiras, perdendo posição em relação ao turismo, necessitando de ações mais enérgicas no combate à violência contra mulheres e no combate ao racismo e a fereza contra LGBT.

Dos sete eixos estratégicos do Plano cinco se referem ao desenvolvimento (Humano, Social, Urbano e Econômico, Serviços Urbanos e Institucional, Engajamento do Cidadão), um à Qualidade de Vida e um à Sustentabilidade e Resiliência. De um lado, o eixo Desenvolvimento de Serviços Urbanos e o eixo Desenvolvimento Urbano e Econômico abrangem 42 das 100 metas planejadas e 40 dos 101 projetos delineados, sendo os eixos estratégicos formulados com maior número de ocorrências, e, do outro lado, a o eixo Sustentabilidade e Resiliência, o de menor presença com 5% das metas e 4% do número de projetos, revelando assim suas prioridades.

O Plano contempla para cada um dos eixos estratégicos metas bem definidas e as aspirações correspondentes e, para cada projeto, as linhas de ação, prazos de realização, meta associada e orçamento de custeio e investimento. As fontes de recursos estão citadas com dispêndio total de aproximadamente R$ 4 bilhões sendo o projeto de maior valor total é o da construção do Primeiro Hospital Municipal de Salvador (R$ 344 milhões) e o de menor valor é o projeto Iluminação Pública Padrão (R$ 35,6 mil).

A implementação das estratégias será feita através das 446 escolas municipais, lideradas por 80 técnicos que estarão vinculados às 10 Prefeituras de Bairro, com um coordenador em cada uma, garantindo assim o controle estratégico, importante para o acompanhamento, comparação do que foi planejado e o que está sendo executado e gerando informações para correções e eliminação de imperfeições.

A Prefeitura Municipal de Salvador dá assim um passo importante no planejamento de suas ações, difundindo para os habitantes da cidade os projetos que pretende empreender e abrindo espaço para receber críticas, sugestões e aprimoramentos. Importante citar as preocupações com a inclusão econômica, que trata da melhoria e valorização do trabalho dos que ocupam a base da pirâmide da cidade, criando condições para que prosperem como microempresários e se direcionem para o ápice da economia soteropolitana através da educação, treinamento e formação profissional.

Fonte: Jornal da Tribuna da Bahia

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