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Os pequenos negócios no atual cenário baiano

  • 28 de outubro de 2020 - 08:35

Carlos Gantois – vice-presidente e coordenador do Núcleo de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Associação Comercial da Bahia (ACB)

Dados divulgados neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mostraram que cerca de 20% das empresas baianas encerraram suas atividades antes de completar um ano de vida; 60% não conseguiram sobreviver mais de cinco anos e apenas 20% ultrapassaram os 10 anos de atividade. Dentro deste cenário, os pequenos negócios foram os mais afetados e, empenhada em ajudar nos necessários avanços das empresas de menor porte, segmento estratégico para o sustentável desenvolvimento nacional, a Associação Comercial da Bahia (ACB) conta agora com um Núcleo voltado às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Representantes de entidades de classe, órgãos públicos e bancos de fomento fazem parte do Núcleo que tem como objetivo o uso de novos mecanismos de incentivo aos pequenos negócios e um melhor tratamento às médias empresas. “Pretendemos contribuir com a maior sobrevivência e crescimento dessas empresas que representam mais de 98% dos negócios, respondem por quase 70% dos empregos formais gerados e representam quase 26% do PIB do Estado da Bahia” assinalou o coordenador do Núcleo e vice-presidente da ACB, Carlos Gantois.

De acordo com Gantois, o planejamento das metas do referido Núcleo da ACB para 2021 terá como base alguns pontos específicos, entre eles o acesso ao crédito com maior agilidade na aprovação e liberação dos recursos, além de amparo ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) para que ele seja permanente a partir do ano que vem, incluindo mudanças no percentual de garantia, na taxa de juros e prazo de carência; reforma tributária com a devida ampliação dos benefícios às empresas optantes do Simples Nacional, inclusive em relação ao atual limite de faturamento para efeito de enquadramento, hoje em R$4,8 milhões/ano e rechaçando qualquer aumento da efetiva carga tributária; reestruturação empresarial através de uma assessoria técnica para qualificar as empresas, de maneira a se tornarem mais produtivas e competitivas, sobretudo por conta dos prejuízos causados pela pandemia, os quais ainda perduram, mesmo com a retomada lenta das atividades econômicas.

Tais ações vão ao encontro das prioridades traçadas no Seminário de Políticas Públicas e os Pequenos Negócios, uma iniciativa do Sebrae Nacional, realizado entre os dias 13 e 23 deste mês, para construção de uma agenda propositiva a ser encaminhada ao Governo Federal e ao Congresso Nacional.

*ACB em Foco – Publicada às quartas-feiras, a coluna cobre a atuação da Associação Comercial da Bahia na defesa do empresariado baiano

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