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Prévia da inflação oficial desacelera e fica em 0,13% em agosto, aponta IBGE

  • 23 de agosto de 2018 - 12:36
PRÉVIA DA INFLAÇÃO OFICIAL DESACELERA E FICA EM 0,13% EM AGOSTO, APONTA IBGE

Esta é a menor taxa para um mês de agosto desde 2010. No acumulado do ano, a variação foi de 3,14% e o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 4,30%. O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, desacelerou de 0,64% em julho para 0,13% em agosto, conforme divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, esta é a menor taxa do IPCA-15 para um mês de agosto desde 2010, quando ficou em -0,05%. No acumulado do ano, a variação foi de 3,14%. Já o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 4,30%, abaixo dos 4,53% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Para o cálculo do IPCA-15, o IBGE mediu a variação dos preços no período de 13 de junho a 13 de julho.

Meta de inflação

Em meio à recuperação lenta da economia e demanda fraca, a previsão dos analistas do mercado financeiro aponta para uma inflação de 4,15% em 2018, conforme a última pesquisa Focus do Banco Central (BC). O percentual esperado pelo mercado continua abaixo da meta de inflação que o Banco Central precisa perseguir neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema – a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Metodologia

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 13 de julho a 13 de agosto e comparados com aqueles vigentes de 14 de junho a 12 de julho de 2018 . O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica do levantamento.

Fonte: Bahia Econômica

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